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Projeto “Criando Juízo” é um dos doze melhores no Prêmio Innovare

Iniciativa conta com o MPT no Rio de Janeiro e foi selecionada entre 710 participantes de todo o Brasil.

Brasília – Coordenado pela Comissão Interinstitucional do Estado do Rio de Janeiro para a Aprendizagem (Cierja), da qual o Ministério Público do Trabalho (MPT) faz parte, o projeto Criando Juízo ficou entre as 12 melhores iniciativas, das 710 inscritas no Prêmio Innovare de 2017, que reconhece práticas inovadoras para o aprimoramento da Justiça no Brasil.

Com o objetivo de capacitar adolescentes que cumprem medidas socioeducativas ou estão em situação de acolhimento institucional para a experiência profissional, o projeto já conseguiu inserir mais de 400 jovens no mercado de trabalho formal, por meio de contratos de aprendizagem.

“Estamos abrindo janelas de possibilidade para que eles tenham um futuro melhor e possam transformar a realidade deles e das próprias famílias, a partir deste projeto", destaca o procurador-geral do Trabalho Ronaldo Fleury, que prestigiou a cerimônia de premiação ocorrida no Supremo Tribunal Federal, com a participação da procuradora do Trabalho Dulce Torzecki, que integra o projeto pelo MPT no RJ.

A iniciativa surgiu a partir de acordo de cooperação firmado com sete instituições que atuam na defesa das crianças e dos adolescentes: o MPT, o Tribunal Regional do Trabalho, o MP Estadual, a Associação dos Magistrados Trabalhistas (Amatra), a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, a Defensoria Pública do Estado e o Tribunal de Justiça do RJ, que foi quem inscreveu o projeto, concorrendo na categoria “Tribunais”.

Mesmo não tendo sido eleita a iniciativa campeã da referida categoria, que foi vencida pelo projeto “Amparando filhos – transformando realidades” (TJ de Goiás), para a juíza de Direito do TJ/RJ Raquel Crispino, coordenadora do projeto Criando Juízo, “ter chegado à final do Innovare já é uma coroação do início do grande desafio que é implementar aprendizagem para esse público específico de adolescentes acolhidos em situação de vulnerabilidade social e adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas".

De acordo com a procuradora Dulce Torzecki, o projeto acontece com a realização de reuniões mensais e de cursos de aprendizagem nas dependências do Departamento Geral de Ações Socioeducativas do RJ (Degase). “Além disso, foi criada uma central de aprendizagem dentro da Corregedoria do TJ-RJ, com servidores destacados para fazer cadastro desses adolescentes”, explica.

Em 2018, o objetivo é a contratação de pelo menos outros 200 adolescentes, em sistema de internação. “Fora isso, já contamos com 700 inscritos na central de aprendizagem e nossa meta agora é que as empresas passem a entrar em contato com essa central, para contratá-los como aprendizes, enquanto trabalhamos para regularizar a documentação desses jovens e assim torná-los aptos à contratação”, conta a juíza Raquel Crispino.

Segundo Fleury, “o MPT, junto com as instituições parceiras, espera que com o sucesso desse projeto no Rio de Janeiro, nós possamos reproduzir, multiplicar, esse projeto para todo o Brasil, afinal o problema da formação desses jovens é um problema nacional”, conclui.

As empresas no estado do RJ que desejarem integrar o projeto e contratar os adolescentes participantes do Criando Juízo, podem entrar em contato pelo telefone 021 3133-2933 ou pelo e-mail centraldeaprendizagem@tjrj.jus.br .

Para mais informações sobre os finalistas do Prêmio Innovare, acesse o site www.premioinnovare.com.br/

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